Quatro homens pretos, entre 40 e 60 anos, LGBT+, trazem suas vivências para o centro da discussão numa encruzilhada
O Sesc Madureira @sescmadureira recebe no dia 18 de outubro (sábado), às 15h, “Encruza”. Depois do sucesso da estreia da temporada no Sesc São João, em São João de Meriti, no Café Concerto do Centro Cultural Sesc Quitandinha, em Petrópolis, no Sesc Barra Mansa, no Sesc Niterói e no Sesc Nova Friburgo, é a vez dos cariocas assistirem ao espetáculo.
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Com dramaturgia e direção de Eder Martins de Souza e composições coreográficas de Betho Pacheco e Luiz Monteiro, no palco, além deles três, o ator convidado Zéza.


A montagem traz à cena a narrativa de quatro homens pretos de diferentes comunidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, idades e personalidades distintas, que se encontram em uma encruzilhada física e psicológica diante de sentimentos, caminhos e decisões ambivalentes. A peça, além do teatro, trabalha a linguagem da dança. Em todas as apresentações do espetáculo “Encruza” têm intérpretes de Libras.
“Encruza” mostra o quanto a arte é uma das ferramentas mais potentes no combate ao preconceito e à intolerância.
A trama fala de quatro homens desconhecidos que se encontram na encruzilhada da Rua Adinkra com a Rua Sankofa e descobrem algo em comum entre eles. Cada um tem um encontro marcado naquela encruza por motivos diferentes, mas o nome da pessoa quem eles esperam é o mesmo. Coincidência, sincronicidade, destino ou charada? Enquanto esperam, passado, presente e futuro se aglutinam à medida que compartilham sentimentos, desafios e reflexões acerca de suas identidades e trajetórias.
O espetáculo tem duração de 80 minutos e classificação indicativa de 16 anos.


