Porto Alegre respira diversidade: Pink Economy reúne potências LGBTQIAPN+ com apoio do Banco do Brasil
No último dia 10 de outubro, a NAU, em Porto Alegre, foi tomada por cores, vozes e ideias que transformam. A capital gaúcha recebeu a nova edição do Pink Economy, evento itinerante que já passou por São Paulo e agora chegou ao Sul com uma proposta ousada: mostrar como a diversidade move a economia, inspira a cultura e fortalece comunidades inteiras.
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Mais do que um encontro, o Pink Economy se transformou em um espaço de celebração e reconstrução. Em um estado que ainda se recupera dos impactos das recentes enchentes, o evento colocou no centro do debate as pautas de justiça climática, representatividade e sustentabilidade, conectando o que é urgente com o que é transformador.
Durante um dia inteiro de programação, lideranças LGBTQIAPN+, pessoas negras e indígenas, empreendedores, artistas e ativistas compartilharam histórias, desafios e visões sobre o futuro. Os painéis trataram desde o potencial econômico dos grupos sub-representados até a força das expressões urbanas e culturais que florescem em Porto Alegre.
O público também pôde conhecer empreendimentos LGBTQIAPN+, conferir exposições artísticas e sentir, na prática, como inovação e diversidade caminham juntas. Cada fala, cada performance, cada produto exposto mostrou que resistir também é empreender — e que a economia criativa é um dos caminhos mais vibrantes para construir um país mais justo.

Com patrocínio do Banco do Brasil, o Pink Economy reforçou a importância de unir propósito e impacto social. A instituição vem ampliando suas ações voltadas à diversidade, inclusão e sustentabilidade, dentro da Agenda 30 BB — um conjunto de metas que orienta o banco até 2030 nas áreas de finanças sustentáveis, inclusão social e combate às mudanças climáticas.
O evento conta com patrocínio do Banco do Brasil, que fortalece sua atuação em diversidade e sustentabilidade alinhada à Agenda 30 BB — conjunto de metas da instituição até 2030 voltadas a finanças sustentáveis, inclusão social e combate às mudanças climáticas. A passagem do Pink Economy por Porto Alegre deixou um recado claro: a diversidade é motor de inovação e reconstrução. Em tempos desafiadores, reunir tantas vozes potentes em um mesmo espaço é um ato de coragem — e de futuro.


