Geopolítica, antropologia, sociologia e geologia estão em debate público simples, acessível a todas

Lípari, artista visual, performer e ator anuncia a realização da primeira etapa de “Antropoceno”, uma obra teatral inédita, dirigida por Douglas Lima, que marca a inauguração do Projeto de Solos do Coletivo 302, em Cubatão (SP). O projeto propõe uma discussão acessível sobre a hipótese científica do Antropoceno, a era de mudanças irreversíveis nos processos biofísicos do planeta causadas pela humanidade. A obra que traz JùpïRã Transeunte na dramaturgia e Marcos do Santos na direção musical, se propõe a trazer questionamentos considerados complexos, como geopolítica, antropologia, sociologia e geologia, para um debate público simples, acessível a todas as classes sociais e níveis de conhecimento.

Leia também:

Grindr lança no Brasil sua primeira edição do Unwrapped fora dos EUA

Grindr estreia na Parada do Rio com campanha sobre segurança – em todo lugar

Daniela Mercury será a atração principal da 30ª Parada LGBTI+ do Rio

Reconhecendo que as pautas climáticas necessitam de espaços de disseminação de conhecimento para além da academia, “Antropoceno” promove uma convergência vital entre ciência e arte. O teatro é utilizado como veículo de reflexão sobre o nosso papel como agentes transformadores, desmistificando a visão de que os territórios do Sul Global são apenas agentes propulsores de impactos ambientais.

A primeira etapa dessa jornada, o Processo Aberto, acontece de forma gratuita, iniciando no dia 10 de dezembro com a abertura da instalação performativa, já nos dias 11, 12 haverá as apresentações dos experimentos, finalizando no dia 13 de dezembro em um bate-papo com o Coletivo Évora , abordando o tema “Cidades e estratégias para barrar o nosso fim”.

Em uma ação de contrapartida do projeto, Lípari também mediará uma oficina gratuita nos dias 16, 17 e 18 de dezembro, das 19h às 20h. A atividade convida os participantes a explorar a performance como ferramenta para confrontar a crise ecológica, investigando como o corpo e a cena se tornam agentes de transformação. O foco é a relação intrínseca entre corpo, paisagem, tecnologia e vestígio.

10 de dezembro – Instalação performativa;
11 e 12 de dezembro – Abertura de processo e bate papo com equipe;
Horário: 20h

13 de dezembro – Bate Papo Coletivo Évora – “Cidades e estratégias para barrar o nosso fim”
Horário: 19h

16, 17 e 18 de dezembro – Oficina Teatro Performativo – Ecos do Antropoceno
Horário: 19h às 22h

Local: Galpão Cultural – Parque Anilinas – Av. Assembleia de Deus, 435, Centro – Cubatão-SP

Atividade gratuita
Classificação: 16 anos

https://www.instagram.com/projeto.antropoceno/

https://www.instagram.com/coletivo302/