“Marés” apresenta o novo som do Pará e conecta ritmos como carimbó, tecnobrega e indie
O selo Caquí lança Marés, uma coletânea que amplifica as vozes da nova cena musical paraense, explorando sua riqueza e diversidade sonora. O álbum, com 10 faixas, reflete a fusão entre pop e ritmos amazônicos, conectando o tradicional ao experimental. Indo do carimbó ao tecnobrega, passando pelo indie, o projeto aborda novas perspectivas sobre identidade e pertencimento.
Leia também:
Som Por Elas lança inscrições gratuitas para plataforma educacional
Malka Julieta apresenta “Sururu das Meninas pt2”, um feat com Deize Tigrona
DJ Anne Louise promete agitar o Chile com o show “Pipoca” no Brazilian Carnival em Viña del Mar
Com interpretações autênticas, Marés traz faixas inéditas de Sidiane Nunes, Agarby feat. Layana, W Mateu-U, Paulyanne Paes, Lina Leão, Mist Kupp, COUT (duo de rock amazônico), Helena Ressoa, Matheus Pojo e Jheni Cohen, além da participação de instrumentistas como Lariza e Larissa Medeiros.
Todos os artistas participaram ativamente da curadoria, arranjos e produção musical, tornando Marés um registro genuíno da nova geração de músicos paraenses. “A possibilidade de reunir artistas de diferentes regiões de Belém e do estado enriquece e atualiza a história da nossa música de forma natural. O Pará é uma terra ancestral, mas também está profundamente conectado com as tendências do mundo inteiro”, comenta Reiner.
O selo Caquí, idealizado por Pratagy e Reiner, busca tornar a cena musical da cidade das mangueiras mais sustentável e acessível. O projeto foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Pará (Semear), ao lado de nomes como AQNO, Caquiado, Festival Apoena e Rawi. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 80 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Dona Onete, Raidol, Nic Dias e os festivais Mana, Lambateria e Psica.
Além do lançamento nas plataformas digitais, Marés terá edições especiais em vinil e fita K7, um espetáculo ao vivo e um filme-manifesto dirigido por Anna Suav, que documenta a potência e pluralidade dessa nova cena.